quarta-feira, 24 de setembro de 2014

 
And there it is
the deep down blue
my soul flys
no feet I feel
long miles I have walked
throughout  the green woods
suddenly I have found
by the lake a rock
now I can rest being kissed by the sun
And there it is me.
 
 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014


I've been quiet for a while.
I decided to take a challenge and tried, once for all, to do my 21 days of reiki auto healing. Every morning I woke up by myself, I swept my living room, I drank a nice cup of tea, I put an incense and a white candle burning. With a nice bell music I started by a meditation.
First I connect myself to the earth. I visualize a root growing from my feet deep down to the earth where they could drink the pure and clean water. I still doing this every single day.
I visualize the crystalline drops running up my body, releasing me from all the tensions, fears or doubts. And from the top of my head a sweet wind full of light and peace harmonize my entire body and soul. I feel that I belong to the moment. The moment has no past or future. I belong to the ever. And I'm everywhere.
At first it was quite difficult to be concentrated in the same position for three minutes, standing with my arms up or touching my feet. But I always think that I am just a vehicle of the higher energy and that I am my inner healer. Who would know me best than myself?
Everyday I feel that I am more present, I breathe better, I am more accurate to the world and the energies around me, I listen me more times, I give space to my intuition and time to think clearly.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

I'm everything




Deep down into the inner world
circles of Love and Hope
I want to live as a part
To contemplate and to breathe
Be full of every being
Everything is everywhere
Everything is in me

Today

I must tell you that I'm not absolutely fine.
Once again I don't know if it's the moon, if it's because I'm a woman, or just because I'm a sensitive person.
I haven't told you yet, but I'm keen on esoteric world. Since I was quite young that I felt attracted by tarot, past life, astrological maps and so on.
That's why I started playing with the cards of tarot. Me and my friends used to spend long times Reading what could happen to each other, if our love could be reciprocated and questions like that. But when it began to become more seriously I decided to keep then locked in the bookcase.
At the same time I attended some Tai-chi classes and I met a Reiki Master who persuaded me to do a course with him.
And so I did. At that time I was only twenty years old. I was a broken heart recovering from a toxic relationship, who decided to began a new life plenty of energy by myself. I felt so well being iniciated to reiki!
But, and I still persist being like that, I found difficult to fulfil the 21 days of self treatment. It requires method and discipline. At that time, I was feeling that I had found my true way, that I had found myself, and I didn't complete de 21 days... what for?
Wrong! I couldn't be more wrong... but what could I do? I had fell in love again, the Spring had come, the never ending nights with my mates of the university didn't allow me time to discover that way of being.
Thirteen years later I decided to embrace my spiritual side. Actually I had never left it behind, but I was a kind of afraid to take this step. First I joined the aikido group, I always pretend to be a samurai! It was awsome! But I got injured and I decided to practice swimming to breath better and to drown my ghosts. Then I started to meditate in group. It was quite challenging!
I have quite difficults to concentrate myself and to pull away my thoughts. Almost a year later of meditation, I now feel that I have been developing some kind of intuition, that I can read the unwritten lines.
And I've decided to begin the 21 days of Reiki self treatment. Today it's de 7th day.
I'm working in progress. I feel the world in 3D. I feel that I am here. I'm not just passing trough.
But today I feel some kind of sadness. Today I question my capacities, all my capacities. Today I want to backpack and get into the wild.

terça-feira, 24 de junho de 2014

I do not want to think about human condition. And when I refer human condition I'm referring all the beings in the world. We humans have been being so greedy that every movement that we take causes an enormous impact in the Nature.
By watching some photos, tremendous photos taken in extreme situations as earthquakes, war, religious ideologies (that we insist in use as a way to separate those who should be together), the loss of our best friends (the beautiful dogs) and the sadness they express when they lose their owner... people dying by starvation... It makes me wonder what a hell are we doing here? What a hell do we pretend to be? Why do we spread so much sadness and pain everywhere we look at?
I do not want any answer from nobody as do not want to give it. I just know that what makes my heart feel so little, feel so claustrophobic can't be good, must be taken apart from our reality. It makes want not to be a human, I'm ashamed that I was born in this kind of shape. Sometimes I think that I should have been a bird, but those that live near the sea.
What I know now, is that I can't change peoples mind, I can't change their behavior. I try to give some honest feelings and teach young people and children to be a better adult, someone with consciousness and responsibility for their actions and someone who won't be afraid to have an opinion and defend an ideal to live in a better world. But I know that in a ranking of ten maybe two think a little about what they have heard. Life is being lived through screens and keyboards. But that could be a subject to another time. Unfortunately, or not, adult life is calling me. It's my duty to play it, I'm always a piece of the puzzle.

sábado, 31 de maio de 2014







Fico tão esgotada
sou tudo aquilo que não sou
Sou tudo aquilo que escondo
Sou triste.
Não respiro
Sufoco-me.
Sou uma peça que não encaixa
desajustada.

Não sei onde pertenço
Não sei o que me completa,
Estou demasiado próxima de mim

Sou um vestido demasiado justo
incómodo
Que agora dança no meu corpo
Mais calmo, esgotado.

                                  Estou de pé, em frente ao espelho.
                         Observo-me, tomando consciência do desenho, da figura.
                         Observo-me na estranheza.
                         Na espera de que algo de extraordinário aconteça;
                         De que a fusão ocorra; de que a viagem temporal finalmente se concretize.
                         Estou na cápsula.
                         Lançada na experiência.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Dia de sol e de vento. Sal na boca.
Hoje fiz um dos telefonemas que tinha em atraso. Podia ter falado mais, contado um pouco do que tenho feito. No entanto, a conversa foi curta, só para saber como está o outro, ouvir a voz, marcar vida na vida.

sábado, 24 de maio de 2014

Sabes, não tenho ninguém à minha espera. Não sei se tens algum compromisso agora ou daqui a uns minutos, mas eu não tenho ninguém à minha espera. E isso dá-me total liberdade. Total liberdade para poder voltar a tocar à tua porta. Como fiz tantas vezes... e ficávamos assim, em silêncio. Pelo menos é o que eu recordo. De ficar em silêncio. E de me ouvir. Mas não recordo o som da tua voz. Não recordo o som da minha voz.
Ontem sonhei contigo.
Junho/ 2013
 

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Se durante uns tempos me senti adormecida, se durante os tempos seguintes andei tão ocupada com o rotineiro trabalho, se parecia que o tempo tomava conta dos meus tempos, se tudo isso assim foi de facto ou não, pouco importa agora.
Não tenho feito as chamadas telefónicas que penso todos os dias em fazer. Tenho adiado o estudo. Tenho adiado a conversa de minutos. Tenho preferido o mar, a natureza e o silêncio ao ruído das criaturas televisivas e às luzes de secretária.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Não foi preciso pensar muito para decidir que o rumo a tomar é: zarpar!
Cada dia que passa tenho mais a certeza de que a nossa vida depende das nossas escolhas. Parece um lugar comum, mas é preciso ter consciência disso. Dizer da boca para fora é uma coisa, senti-lo é outra.
Sei que quero viver e crescer num local seguro de paz e harmonia. Nunca tive pretensões em mudar o mundo, em ser uma Madre Teresa, detesto a ideia de sacrifício nem acredito em qualquer tipo de benefício do mesmo. Então para quê fingir? Não quero estar aqui, não me importo de deixar o que tenho para trás. Tenho sede de experiência, de natureza e equilíbrio. Procuro, e aqui não encontro isso. Excepto quando chego de madrugada à praia e uma dúzia de roazes me saúda em alegres mergulhos, longe do grunhir dos restantes transeuntes que em poucas horas não tardarão a encher o areal de pontos de cor e restos de uma vida de desperdícios.  Não é preciso dizer muito que logo, logo m irei embora, para voltar talvez noutro amanhecer.

domingo, 2 de março de 2014

Não sei de onde vem a vontade do desinteresse.
Este querer abandonar-me.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

http://www.youtube.com/watch?v=cL4KpuQ3dck
 Está mais do que decidido!
Fica aqui escrito, e sei que quase ninguém lê o que publico, o dá um certo secretismo à coisa...
 Está mais do que decidido!
Até ao final do presente ano de 2014 vou-me fazer à estrada! Com mochila às costas, de trolley, com cães à trela, de saltos altos ou sandálias de corda... tanto faz!!!! Vão deixar de me ver na rotina diária, vou pedalar por outros asfaltos!

As pessoas são parcas de higiene íntema

As pessoas aborrecem-me demasiado. São na sua maioria mesquinhas, pequeninas, arrogantes, ignorantes, mal amadas, estúpidas, cheiram mal, não lavam os dentes, são parcas de higiene íntima, inúteis, desprezíveis.
Não concordo quando se afirma que o ser humano é na sua essência bom, que tem sempre um lado bondoso para com os outros e para com o mundo. Eu discordo redondamente! O seu fundo é mau, cínico e acrítico. Um boi almiscarado faz mais uso dos seus neurónios que um idiota que se alimenta de vida alheia e respira por escape
Não tenho qualquer intenção de mudar o mundo, não pretendo iluminar mentes, nem ser exemplo a seguir. Jamais lutarei pelo Homem! Com sorte, lutarei contra o Homem pela Natureza. Mas não tenho espírito competitivo nem de lutador.
Pode parecer um lugar comum, mas prefiro estar só que mal acompanhada. E entenda-se por mal acompanhada, estar rodeada de gente ignóbil, de mente disforme e mal intencionada.

sábado, 15 de fevereiro de 2014


A placidez dos dias de sol, das janelas cor de laranja por aqueles raios que aquecem a alma.
A respiração da paz. A vida para ser. 
Os pés descalços e a imaginação a voar
A vida para ser.
Sem o sufoco da passagem dos dias. Sem o sentimento de que se está sempre para ser.
Ser simplesmente.
O silêncio da aragem doce que abraça os alegres de espirito.
Sinto em mim a multiplicidade do ser.
Outras existências tive. De igual modo semelhantes a esta pelo sentimento. Provavelmente nunca deixarei de ser eu.
O sol, o verde, a planície e o mar sempre me acompanharam. Canticos e hinos embalam o meu olhar.
Uma multidão tive que governar no isolamento.
Data: 3 de Maio de 2010

  A vontade de estar em silêncio impera.
  O círculo fecha-se sobre mim própria.
  Sinto-me idiota quando sou simpática e as palavras amigáveis traiem a fúria em espiral que domino.

  O que faz sentido?
  O vento nos cabelos. O sabor do sal na boca. Fechar os olhos e sentir o sal intenso. Ter um arrepio de frio. Sonhar com o saltitar de um melro.

 O que custa? 
  Respirar de mais. Sufocar na imensidão daquilo que tenho para ser. A incapacidade de me concretizar por ser mais.
  Sentir a inutilidade do esforço. E o saber da possibilidade de quebrar.
  O Exílio.

 Uma constante: o não saber o que falar em comunidade. Tenho a sensação que caso tivesse que almoçar, estar um período de tempo obrigatoriamente com alguém, esse período corresponderia àqueles chamados silêncios de morte. Porque há tantas vezes nada para dizer e tanto para ser dito. 
  
  O círculo fecha-se. Eu sou o círculo.
  Não há pares.
  Não ha comunhão.
  Apenas espaço para mim.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Tenho trinta e cinco anos. Quando penso no número, parece-me um número grande... muito composto, porque penso em trinta e cinco laranjas... são muitas laranjas! trinta e cinco pães, são muitos pães! trinta e cinco dias, é mais do que um mês... trinta e cinco horas, é mais do que um dia... trinta e cinco é muito de muita coisa. Seja como for, não tenho noção do que seja ter trinta e cinco anos de existência.