sábado, 15 de fevereiro de 2014
A placidez dos dias de sol, das janelas cor de laranja por aqueles raios que aquecem a alma.
A respiração da paz. A vida para ser.
Os pés descalços e a imaginação a voar
A vida para ser.
Sem o sufoco da passagem dos dias. Sem o sentimento de que se está sempre para ser.
Ser simplesmente.
O silêncio da aragem doce que abraça os alegres de espirito.
Sinto em mim a multiplicidade do ser.
Outras existências tive. De igual modo semelhantes a esta pelo sentimento. Provavelmente nunca deixarei de ser eu.
O sol, o verde, a planície e o mar sempre me acompanharam. Canticos e hinos embalam o meu olhar.
Uma multidão tive que governar no isolamento.
