Tenho saudades da minha Peúga. Faz um mês que a minha querida barbaças se tornou uma estrelinha brilhante no céu.
Chorei muito. O meu coração continua triste. Nos primeiros tempos não me quis habituar à ausência da sua presença, como se o hábito fizesse com que eu a esquecesse. E eu não queria esquecer o toque naquele pêlo áspero. Não queria que a sua imagem se desvanecesse, nunca.
E não desaparece. Fica noutra dimensão maior, numa dimensão de Amor incondicional e verdadeiro. A minha cadela com feitio de gato.
quinta-feira, 31 de março de 2016
A minha Peúga
quarta-feira, 30 de março de 2016
Hoje fiquei noiva
Hoje fiquei noiva.
Não porque alguém me tenha pedido em casamento, mas porque fui quem fez a proposta enquanto lavava a loiça do almoço e ele fazia o café. E propus o seguinte: escolhemos um país para viver, aí estabelecemo-nos, casamos e temos filhos. Pode parecer um pouco uma ilusão, pois eu tenho 37 anos. Mas para dizer a verdade, não sei bem o que isso significa. Tudo, principalmente o tempo, me pareceu relativo. E na minha cabeça sempre tudo foi possível. E apesar de desde pequena varrer com convicção os meus pés para que assim nunca casasse, talvez venha um dia a contrariar esse adágio.
Ah! Falta acrescentar que o meu pedido foi aceite. E como boa diletante, já pensei mil vezes se realmente quero isso... nunca soube bem o que quis...