quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Os dias não são os mesmos

Nem sempre o nosso interior aceita da melhor maneira as mudanças que a vida nos oferece. Quando digo interior, falo disso mesmo, das nossas entranhas que se viram e reviram perante a alteração da rotina.
Não quero ter medo e quero aceitar e acreditar que tudo acontece para o bem maior de todos nós.
Começo a sentir o desfasamento do tempo nas olheiras que desde sempre teimaram em caracterizar-me o olhar tresloucado (como uma vez uma senhora afirmou no ginásio ao observar-me no espelho).
O cenário muda. As personagens são quase as mesmas.
Muda o acto. Muda a cena.
Os risos de outrora serão substituídos por novas corridas e novas brincadeiras.
Tudo se transforma. É nesta transformação em que eu me quero apoiar. Nada se perde.

domingo, 6 de novembro de 2016

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

"... cessou um respiro, calou um grito."

O ser humano é capaz de actos hediondos. 
Tem uma sede violentíssima de poder e de se sentir superior.
E um gosto nojento em sujeitar o outro às suas vontades, humilhá-lo e usá-lo com um trapo sujo.
E quando estas atitudes inexplicáveis se referem ao feminino (ou a crianças ou idosos, aos seres que estão mais frágeis e vulneráveis) a revolta é maior.
Evoluímos em tantas áreas, mas no aspecto humano, de como devemos tratar as mulheres, o outro, o respeito, a compreensão que devemos ter... no aspecto humano, afastamo-nos tanto do nosso percurso evolutivo e espiritual. Aproximamo-nos não dos animais, mas de algo monstruoso.

"E a nossa morte, que é corriqueira, vazia e vulgar, vira pano de devaneio sexual do mundo masculino. Quando meu colega dizia “Hoje eu vou empalar”, ou quando o Biel disse “Eu te quebro no meio”, é tudo isso: é a morte diária, que nos mata intimamente na dignidade quando ouvimos frases desse tipo. E que, no caso de Lucía Pérez, assassinou uma vida em progresso, cessou um respiro, calou um grito." (http://www.siteladom.com.br/)

sábado, 25 de junho de 2016

Peúga

Com o tempo, por vezes, parece que a ausência se desvanece. Mas ela está sempre lá. Acompanha-me, permanece no meu coração rafeiro.

domingo, 19 de junho de 2016

Voar

Eis a ave
Que bela desliza
Sob o céu
Eis a ave
Um dia serei eu.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Home

Com a casa às costas ou numa mansão. A nossa casa, o nosso lar, pode ser em qualquer sítio. O importante é sermos felizes, termos saúde e paz para aproveitar todos os momentos do presente, sempre, mesmo aqueles que parecem não fazer sentido. Às vezes estão lá apenas para nos obrigar a sair da zona de conforto.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Tenho andado triste.
Pelo menos a tristeza faz-me emagrecer.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Gosto...

15- gosto de ir à pesca. Muito!

Gosto...

14- gosto de cavalos e de passeios...

terça-feira, 19 de abril de 2016

Gosto...

12-gosto de observar os carreirinhos de formigas.

Gosto...

11- gosto muito, muito de passear no campo

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Coisas que gosto

Preciso de definir caminhos, alargar as perspectivas... e dou por mim a pensar em coisas que gosto de fazer. Penso em fazer uma lista para me ajudar a conhecer melhor. Ora bem, cá vai:
1- gosto de cães. Adoro cães! Gosto mil vezes mais de animais do que de pessoas.
2- gosto de estar deitada na areia e deixar o corpo repousado aquecer devagarinho.
3- gosto de montar móveis.
4- gosto de fazer furos, aparafusar e desaparafusar com o berbequim.
5- gosto de inventar saladas.
6- gosto muito, mesmo muito, de andar de bicicleta. Não me importa atingir metas, distâncias, o que eu gosto é de sentir o vento no cabelo e sentir os cheiros à minha volta e a liberdade que pedalar dá.
7- gosto de tricotar e de fazer crochet. Gosto de criar e gostava de saber mais ou ser mais rápida com as agulhas... há tanta coisa gira!
8- gosto de viajar de comboio.
9- gosto de botas, ténis, sandálias, chinelos ou sapatos, mas têm que confortáveis. Não me interessa a moda, o salto alto ou os brilhantes, eu gosto é de estar confortável e de coisas práticas.
10- gosto de lareiras. Não há melhor aquecimento.
E por agora. Vou acrescentando conforme me aprouver.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Delibab ajuda na preparação do lanche

Lanche:
Aveia
Sementes de Chia
Linhaça moída
Raspas de chocolate negro
Nozes
Amêndoas
Mel
Iogurte Natural

sábado, 9 de abril de 2016

I'm gonna drive my bike to heaven!

Phd : )

Em execução um novo xaile de Verão. E em pano de fundo, a minha primeira camisola feita em tricot.  I'm proud!

Revolta-me a infinita estupidez humana

Revolta-me a infinita estupidez humana.
Revolta-me a infinita crueldade que o ser humano é capaz de cometer, não só para com os seus semelhantes, mas principalmente para com os restantes animais. Animais que confiam no homem, que deve dependem para viver e que mesmo após maus tratos, se lhe mantêm fiéis.
Sou a favor da punição pública. Já que nos revelamos de mente ainda mais fechada e atroz do que na Idade Média, também deveríamos em público voltar a decapitar, queimar, insultar, deixar morrer às moscas... fazer sofrer ao ignóbil energúmeno o mesmo que ele fez a um inocente.
Sou defensora da Paz, da Harmonia e Igualdade. Mas aquilo que vejo à minha volta, parece não ter solução. Talvez apenas pela total aniquilação do problema: a extinção da espécie humana.

terça-feira, 5 de abril de 2016

Crochet : ) um projecto terminado!

https://www.youtube.com/watch?v=Ow9pht81SWY

Para ouvir.

Saudades, todos os dias tenho saudades deste meu doce coração rafeiro... 









domingo, 3 de abril de 2016

Almoço de Domingo num cinzento Abril

Pão em azeite com queijo, bacon e ovo, polvilhado com orégãos.
Sumo de maçã, cenoura, espinafres e limão.
A acompanhar o café, bolo de iogurte enriquecido com os excedentes do sumo (maçã, cenoura e espinafres). Fica delicioso!

quinta-feira, 31 de março de 2016

A minha Peúga

Tenho saudades da minha Peúga. Faz um mês que a minha querida barbaças se tornou uma estrelinha brilhante no céu.
Chorei muito. O meu coração continua triste. Nos primeiros tempos não me quis habituar à ausência da sua presença, como se o hábito fizesse com que eu a esquecesse. E eu não queria esquecer o toque naquele pêlo áspero. Não queria que a sua imagem se desvanecesse, nunca.
E não desaparece. Fica noutra dimensão maior, numa dimensão de Amor incondicional e verdadeiro. A minha cadela com feitio de gato.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Hoje fiquei noiva

Hoje fiquei noiva.
Não porque alguém me tenha pedido em casamento, mas porque fui quem fez a proposta enquanto lavava a loiça do almoço e ele fazia o café. E propus o seguinte: escolhemos um país para viver, aí estabelecemo-nos, casamos e temos filhos. Pode parecer um pouco uma ilusão, pois eu tenho 37 anos. Mas para dizer a verdade, não sei bem o que isso significa. Tudo, principalmente o tempo, me pareceu relativo. E na minha cabeça sempre tudo foi possível. E apesar de desde pequena varrer com convicção os meus pés para que assim nunca casasse, talvez venha um dia a contrariar esse adágio.
Ah! Falta acrescentar que o meu pedido foi aceite. E como boa diletante, já pensei mil vezes se realmente quero isso... nunca soube bem o que quis...