quinta-feira, 22 de maio de 2014

Não foi preciso pensar muito para decidir que o rumo a tomar é: zarpar!
Cada dia que passa tenho mais a certeza de que a nossa vida depende das nossas escolhas. Parece um lugar comum, mas é preciso ter consciência disso. Dizer da boca para fora é uma coisa, senti-lo é outra.
Sei que quero viver e crescer num local seguro de paz e harmonia. Nunca tive pretensões em mudar o mundo, em ser uma Madre Teresa, detesto a ideia de sacrifício nem acredito em qualquer tipo de benefício do mesmo. Então para quê fingir? Não quero estar aqui, não me importo de deixar o que tenho para trás. Tenho sede de experiência, de natureza e equilíbrio. Procuro, e aqui não encontro isso. Excepto quando chego de madrugada à praia e uma dúzia de roazes me saúda em alegres mergulhos, longe do grunhir dos restantes transeuntes que em poucas horas não tardarão a encher o areal de pontos de cor e restos de uma vida de desperdícios.  Não é preciso dizer muito que logo, logo m irei embora, para voltar talvez noutro amanhecer.